Re: [debian-rj] discussão sobre o futuro do grupo
Gustavo Franco
gustavorfranco em gmail.com
Segunda Agosto 28 14:51:55 BRT 2006
On 8/28/06, Thadeu Penna <tjpp em if.uff.br> wrote:
> Gustavo Franco wrote:
> > On 8/28/06, Leandro Silva <llss2004 em yahoo.com.br> wrote:
> >> Oi amigos do Debian-RJ
> >>
> >> (...)
> >
> > Eu sugiro que seja criado um grupo na instalação GForge do projeto
> > Debian (alioth.debian.org) e todos os participantes (no mínimo os
> > interessados em votar) do grupo de usuários, se cadastrem por lá. É
> > necessário que um administrador do grupo adicione o usuário no mesmo.
> > Não é necessário que o administrador do grupo seja um DD, mas não DDs
> > recebem o login usuario-guest e DDs tem o login 'puro'. Exemplo: O meu
> > é stratus hoje, anteriormente era stratus-guest.
> >
>
> Eu, particularmente, acho que não deveríamos usar a estrutura do Debian
> antes de definirmos como um grupo. O faw já disse que pode fornecer o
> que precisamos dentro do debianbrasil.org, com o bônus adicional de ele
> passar a informação, com a boa vontade e disposição que lhe é
> característica.
Além de contarmos com a boa vontade característica do faw, quais
seriam os seus motivos para não utilizar a estrutura do projeto
Debian?
> >> Logo após o dia-D tive a idéia de fazer um "mini"
> >> evento em setembro. Será a 1o Oficina de Debian e
> >> Software Livre do Rio de Janeiro. O Tema principal que
> >> vou apresentar é o novo Debian (Etch) que será lançado
> >> em Dezembro. Farei um e-mail depois com os dados do
> >> encontro, mas minha proposta é após este evento (que
> >> terá uma curta duração, cerca de 1h30min) nos reunir e
> >> discutir sobre isso. A data prevista para isso é 14 de
> >> setembro e estou apenas acertando o local que será no
> >> centro da cidade, próximo ao EAC.
> >
> > Centro da cidade do Rio?
> >
>
> Não acho uma boa idéia usar um evento para discutir isto. Você vai ter
> preocupações suficientes durante e após o evento para ter calma e
> disposição para a discussão. De novo, é opinião pessoal. Outra razão
> aparecerá no parágrafo seguinte.
Discutir o que? Alguém citou um evento, eu perguntei a localização.
Acho que você misturou as estações.
> >> Vamos colocar este grupo para frente e não só
> >> trabalhar por um dia-D, não só por um evento, mas
> >> divulgar o Debian no Estado do Rio de Janeiro
> >> realizando eventos durante todo o ano mantendo as
> >> pessoas informadas propagando-o por todo o estado. :o)
> >
> > Acredito que se o projeto Debian fosse mais divulgado na cidade do Rio
> > e mais pessoas fossem atraidas em não só utilizar "na ponta", mas
> > contribuir para o projeto, o resto do estado seria questão de tempo.
> >
>
> Não entendi o que quer dizer "utilizar na ponta". Os dois últimos Dia-D
> não foram na cidade do Rio e foram decididos por votação: assim acho que
> colocar o resto do estado como secundário, ou em uma segunda etapa, é
> contraproducente. Acho que a participação, por exemplo, da turma de
> Volta Redonda é fundamental na discussão. É um grupo grande e, na minha
> opinião, tecnicamente competente, como comprovado no último Dia-D. O
> resto do estado tem mostrado disposição em colaborar e, na minha
> opinião, se mostrado muito mais efetivo que a capital. Neste sentido,
> acho que pelo menos na fase inicial deveríamos discutir isto
> eletronicamente, ou email ou irc.
ponta = usuário final, seja no trabalho, em casa, etc. O "resto do
estado" tem se mostrado interessado em colaborar com o que? Utilizando
o software? Promovendo-o ? Será que "o resto do estado" não faria o
mesmo se mais (não todas) atividades acontecessem no centro da cidade
do Rio ?
> Eu também tenho uma visão muito ampla do que é colaborar com o projeto.
> Acho que conseguir novos usuários é importante para o projeto. Acho que
> relatos de bugs, blogs, etc. contribuem para o projeto. Eu tenho certeza
> que os fóruns do Ubuntu são parte fundamental da grande aceitação do
> mesmo: parte de um projeto testado e comprovadamente funcional mas sem
> preocupação de marketing (Debian), fazem o marketing e abrem as portas
> para que todos possam colaborar: sejam com traduções (algumas horríveis)
> ou com dicas nos fóruns (muitas extremamente valiosas), guias
> não-oficiais (com informações relevantes e de fácil compreensão) etc.,
> muito mais ativos que a d-u-p, por exemplo.
Sem dúvida a troca de experiências entre usuários, deveria ser feita
de maneira mais organizada e efetiva aproveitando a estrutura que já é
disponibilizada pelo projeto Debian. Isto evita fragmentação e
facilita a localização dos novos usuários. Muito mais que os fóruns
não oficiais do Ubuntu (Debian também tem vários), o wiki que foi
agregado ao conteúdo principal do site deles fez com que vários
usuários aprendessem coisas muito rapidamente e colaboradores diretos,
ficassem mais interessados.
Prefiro não comentar sobre a d-u-p, mas se você tiver sugestões
relacionadas ao 'marketing' do projeto, temos uma lista recém criada
para tal, a debian-publicity.
> Acho que o Debian-BR-CDD é um exemplo que eu quero dizer: a partir da
> iniciativa de um DD foi feito um esforço onde pessoas colaboram de todas
> as formas: divulgação, arte, documentação, suporte, beta-testers, etc.
> cooptando novos usuários e aumentando a base e a qualidade do serviço.
De todos os itens que você citou, só um não envolve o desenvolvimento
direto de algo (desconsiderando relatórios): 'beta-testers'. Todos os
outros fazem parte da 'massa produtiva' evidente do projeto.
Uso seu exemplo, para dizer que eu vejo que o GUD-RJ é exatamente o
contrário e não que isto seja ruim, é apenas uma constatação. Existe
um conjunto de pessoas dispostas a utilizar e divulgar o que usam, mas
que não fazem parte da 'massa produtiva' do projeto. Antes de ser uma
crítica, é uma provocação a possíveis novos colaboradores que estejam
me lendo e um lamento de 50% dos que estão 'no front'. :-)
Abraços,
-- stratus
Mais detalhes sobre a lista de discussão debian-rj