[debian-rj] Depois do FISL ...
Paulo Marcondes
paulomarcondes em gmail.com
Segunda Abril 28 23:30:34 BRT 2008
2008/4/28 Felipe Augusto van de Wiel (faw) <faw em funlabs.org>:
> > Numa organização de tipo profissional, idealmente sobra tempo para os
> > organizadores participarem do evento, e o evento no mínimo é auto
> > financiável.
>
> Errado (muito errado). Não sei porque as pessoas acham que
> todos que organizam eventos em SL não são do "tipo profissional".
> Pra ajudar, tenho estado em equipes de "cerimonial" nos últimos 10
> anos e não, não sobra tempo pra quem organiza "curtir" o evento,
> pergunte ao pessoal do FISL, Conisli ou LinuxWorld.
Também já organizei eventos para mais de três centenas de pessoas.
Não por acaso, deu sim para aproveitarmos o evento.
Então, não venha dizer que não é possível. BTDT.
A propósito, eram todos voluntários. Por que deu certo? Delegação.
> > Acho errado, num ambiente de voluntariado, o colaborador ou
> > organizador do evento terem que por do próprio bolso para tocar o
> > evento. Se você acha que não tem problema, não reclame, mas não espere
> > que os outros ajam da mesma forma.
>
> Eu reclamo porque sei que é possível fazer diferente, sei
> que não é preciso por do próprio bolso e continuo dizendo que as
> pessoas falam daquilo que elas não sabem no melhor estilo "achismo"
> da novela das 8.
Idem.
> > O cara já está colocando o tempo dele acima de outras coisas, não é
> > justo esperar que ele também coloque sua própria grana.
>
> Ninguém falou isso.
Nem disse que alguém tinha dito. É só uma espécie de corolário do que foi acima.
> Grupos de Usuários no Brasil são problemático, o GUD-BR-RJ
> é um dos mais problemáticos, ainda assim, não me refiro a organização
> dos GUDs ou a eles virarem mega corporações capitalistas, me refiro
> ao fato de que o Dia-D não é um evento pra ser cobrado nem pra quebrar
> recordes de lotação de auditórios.
Não entendo como algo que "nem existe" possa ser problemático.
Entendo que um grupo de usuários é algo extremamente solto, um "grupo"
ou bando de pessoas que tem algum ou alguns interesses em comum e que
ocasionalmente ou casualmente se encontra para fazer algo junto.
Não sei como isso pode ser problemático.
Aliás, não veria nada de problemático se algum GU virasse uma
mega-corporação capitalista. Talvez até fosse bom.
Talvez, se algum iluminado, ou auto-intitulado "lider" resolver que a
coisa tem que ser feita "dessa" ou "daquela" forma, mas não "daquela"
ou "daquela outra" forma e o tal bando-de-caras-com-algo-em-comum
resolve fazer aquilo-que-eles-acham-legal.
Além do que, o gosto por informática não tem o efeito agregador do
futebol, ou da música. Pessoalmente acho difícil isso (informática)
realmente agregar as pessoas, especialmente no Rio. Não sendo daqui,
acho que a cidade é um ambiente mais hostil aos nerds do que SP, BH,
POA ou Curitiba. Acho que é o clima.
--
Paulo Marcondes = PU1/PU2PIX
-22.915 -42.224 = GG86jc
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